
A briga é intensa, mas as turbinas não chegam a esquentar
No mundo dos games, temos tiroteios para todos os lados — e em todos os lugares. Além dos populares jogos de ação em terceira pessoa, o público é presenteado com os famosos FPS e vários outros jogos inspirados por conflitos bélicos. Algumas desenvolvedoras conseguem trazer fórmulas diferentes às guerras, gerando títulos inovadores e marcantes.
Quem não se lembra, por exemplo, do lendário Ace Combat? Desenvolvido pela Namco, o título chegou às lojas em 1995, exclusivamente para o saudoso PlayStation. O game trouxe a essência dos jogos de combate aéreo para os consoles, sendo inspiração para diversas outras franquias e rendendo excelentes sequências.
Conferimos, em 2007, Ace Combat 6, exclusivo para o Xbox 360. O título trouxe combates online e gráficos em alta resolução, deixando muitos
jogadores extasiados com a beleza e a qualidade da obra. Felizmente, AC6 não foi o único game que rasgou os céus desta geração.
A Ubisoft decidiu entrar na briga com Tom Clancy's H.A.W.X, que remetia muito à franquia da Namco. O jogo surpreendeu, trazendo ambientes reais, capturados via satélite através da tecnologia Geoeye, e um sistema de combates interessante. Nada muito inovador, mas, mesmo assim, muito divertido.
Seguindo o exemplo de uma das grandes séries do gênero, a Ubisoft decidiu preparar uma sequência para a pancadaria aérea. Intitulado
apenas Tom Clancy’s H.A.W.X. 2;
o game trazia como promessa mais novidades na jogabilidade, modos de jogo inéditos e um multiplayer mais completo. Mas será que o voo foi bem sucedido, ou H.A.W.X. 2 é pura turbulência? Veremos.

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