quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O futuro dos gêneros musicais é...

O primeiro Guitar Hero foi um verdadeiro divisor de águas. Embora não tenha representado o primeiro contado da comunidade gamer com os botões coloridos — algo que já havia sido feito vários anos antes pelo arcade MTV Drumscape —, foi a primeira vez que o formato pode transformar uma sala de estar em uma sucursal do Madison Square Garden.
Afinal, a Harmonix havia colocado tudo lá: músicas tremendamente conhecidas (algumas bem grudentas), avatares divertidos e bem de acordo com o clima do jogo e uma guitarra que, embora não tivesse cordas, trazia o formato do instrumento real — contando até mesmo com uma alavanca!
Posteriormente, a própria Harmonix abandonaria o barco de GH para revolucionar mais uma vez o mercado de botões coloridos. Juntamente com a MTV Games, a desenvolvedora colocaria nas prateleiras o primeiro Rock Band. O salto qualitativo era óbvio: uma “banda” inteira poderia tocar (guitarra, baixo, bateria e vocal), os instrumentos mostravam melhor acabamento e, há quem diga, o som tinha mais qualidade.



Entretanto, passada a febre inicial, o que se viu foi um acúmulo cada vez maior de músicas e funções que não necessariamente conseguiram manter a “peteca no ar”. Ok, World Tour apareceu com todo um estúdio — agora você poderia compor seus próprios hits —, Rock Band 2 trazia novas músicas e as interfaces de ambas as franquias ganharam lá seus upgrades.
Entretanto, é inegável que, em algum momento entre os primeiros títulos e os estúdios móveis atuais, algo de original se perdeu. Ok, Rock Band 3 foi um tremendo sucesso de crítica, adicionando teclados e uma guitarra real à experiência. Mas será que o público que se deslumbrava com os primeiros acordes de Guitar Hero em 2005 é o mesmo que agora acha revigorante fazer acordes reais em um jogo? Afinal, qual será o futuro dos jogos rítmicos?

GoldenEye 007




007 GoldenEye é o “remake” para Wii e DS do aclamado título do Nintendo 64. Um dos melhores — se não o melhor — jogos de tiro do console de 64 bits da empresa, era requisitado frequentemente pelos fãs para passar por uma atualização. O game segue as aventuras do agente secreto britânico de acordo com os acontecimentos vistos no filme de 1995.
Algumas liberdades são tomadas com relação à versão original do jogo, de forma a trazer a experiência para mais perto do modelo contemporâneo de games do gênero — e também para complementar a jogabilidade original com as melhorias trazidas pela tecnologia atual, como suporte online e captação de movimento.




Sonic Colors




Dr. Eggman agrupou corpos celestiais para criar o Eggman’s Amazing Interstellar Park, mas os planetas não estavam desabitados. Os Wisps acabaram sendo expulsos de seus lares, e cabe a Sonic resgatá-los e dar fim aos planos maléficos do cientista. Detalhe: o ouriço, ao ajudar as criaturas cativantes, consegue absorver as cores delas e, consequentemente, recebe poderes especiais.
A jogabilidade de Sonic Colors tem semelhanças com o que se encontra no game Sonic Unleashed, mas o surgimento de habilidades baseadas em cores diferencia a experiência. É importante ressaltar que cada um dos poderes pode ser utilizado de várias maneiras diversificadas. Uma das habilidades é o Laser Power, crucial para transpassar inimigos com facilidade (balançando o Wii Remote na versão para Wii).
Os cenários formam um atrativo interessante, pois apresentam visuais vibrantes e agradáveis através da presença de pirulitos, bolinhos e fábricas de doces. E tudo fica ainda mais colorido em alta velocidade, não é mesmo?



DiRT 3


DiRT 3 é um jogo de rali desenvolvido pela Codemasters, que também trabalhou nos dois predecessores do título. A série traz uma mistura de jogabilidade arcade com doses de simulador e é famosa por trazer visuais extremamente fiéis à realidade.
O terceiro título conta com uma série de carros distintos, classificados de acordo com sua década. O jogador pode desfrutar de veículos da década de 1970, 1980, 1990 e também de carros modernos. Todos riquíssimos em detalhes.
O game conta com a licença oficial da World Rally Championship, trazendo pistas e outros detalhes oficiais deste grande evento de rali. Além disso, o jogador também passa por várias localidades do mundo, como Finlândia e Noruega.
DiRT 3 conta com vários modos de jogo distintos, incluindo o Compound, no qual o jogador embarca em uma arena aberta e tem como objetivo realizar manobras e participar de vários mini games distintos. Este modo pode ser jogado online ou offline via split screen. O título também permite que você envie seus replays diretamente para o Facebook com o simples toque de um botão.





Mafia II: Joe's Adventures








Vito pode ter abandonado a cena momentaneamente em Mafia II — devido à sua prisão, não prevista —, regressando alguns anos depois. No entanto, o período de tempo em que ele ficou ausente não foi perfeitamente explorado na versão original do game.
Com o downloadable content (DLC) Joe’s Adventure, a equipe da 2K Games aproveita para explicar exatamente como as coisas aconteceram e como foi a ascensão do personagem Joe, que surge aqui como o grande protagonista.
Em Joe’s Adventures, os jogadores terão novas oportunidades de explorar a cidade de Mafia II, ganhando acesso a missões paralelas — que recompensam os mais esforçados através de sistemas dinâmicos de objetivos e desafios — e a maiores explicações dos eventos. O pacote é vendido para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.






quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Donkey Kong Country Returns



Donkey e Diddy Kong estão de volta. O clássico do Super Nintendo ganha nova roupagem — ou seria nova pelagem? — e estreia no Nintendo Wii. A jogabilidade mistura elementos típicos da série com algumas boas novidades em um jogo que deve agradar a todos os fãs do gênero e da franquia Donkey Kong






Novo jogo, nova jogabilidade. Donkey Kong Country Returns aproveita inúmeros elementos do título original, ao mesmo tempo em que apresenta algumas novidades. Primeiramente, o jogo contará com dois esquemas de controles diferentes — com o duo Nunchuk e Wiimote ou simplesmente com o Wiimote na horizontal.

Os movimentos de Donkey Kong são extremamente familiares para todos os que tiveram a oportunidade de jogar qualquer edição da franquia. Assim, você contará com um salto normal e o tradicional soco no chão — capaz de atordoar os inimigos ou virá-los de ponta-cabeça, além de abrir áreas escondidas.

Outra habilidade facilmente reconhecida é a cambalhota, utilizada para aumentar o alcance dos saltos e para nocautear oponentes. Quando Diddy está nas suas costas esta cambalhota torna-se ainda mais letal, pois o macaquinho controlará Donkey como se ele fosse um barril. Este ataque é importantíssimo contra oponentes maiores, haja vista que é a única forma de se derrubar os adversários.

A dupla também possui outras habilidades especiais quando estão devidamente agarrados. Diddy possui um foguete em suas costas e quando ele está montado em Donkey Kong os dois podem flutuar por alguns segundos a mais durante os saltos.

Mas a grande novidade fica por conta de uma habilidade inusitada. Desta vez Donkey Kong pode encher seus poderosos pulmões e assoprar flores delicadas, ou inimigos flamejantes (tornando-os menos perigosos).

The Sims Medieval


Em The Sims Medieval, os seus Sims partem em um voo sem escalas pra a Idade Média, um período de intrigas, reis e histórias épicas. Aqui você poderá criar heróis, se aventurar em missões ou exercitar seus dotes de estadista ao controlar todo um reino. Mas o apelo aqui é também multifacetado, com uma jogabilidade que pode agradar tanto fãs de RPG quanto de estratégia. Entre os novos personagens/profissões disponíveis, aparecem reis, rainhas, cavaleiros, magos, ferreiros e bardos.
O sistema de missões parece bastante semelhante ao estreado em The Sims 3: Volta ao Mundo. Trata-se de um grande número de aventuras independentes, cujos objetivos envolvem recuperar uma espada lendária, arranjar um casamento real, proteger o reino de um feiticeiro maligno e, por fim, encontrar a fonte da juventude.
Como não poderia ser diferente, The Sims Medieval trará o alto nível de personalização pelo qual a série sempre foi conhecida. Você poderá modificar à sua maneira qualquer herói encontrado no reino, alterando desde motivos estéticos até características da personalidade. No mais, levar as responsabilidades diárias, como curar doentes, comercializar itens exóticos ou forjar uma armadura. Desde ter um bebê até competir em um torneio real, tudo o que acontece a um Sim depende exclusivamente das suas escolhas.





Harry Potter and the Deathly Hallows - Part 1


Trata-se de uma proposta única na franquia de jogos baseados nos longas-metragens de Harry Potter. Harry Potter and the Deathly Hallows — Part 1 é um título que destoa dos demais video games do bruxo pois deixa as aventuras secundárias de Harry um pouco de lado para fazer com que o jogador mergulhe na ação.
Hogwarts? Não, senhor. Harry não está mais na escola de magia e começou a luta por toda a Inglaterra contra os Comensais da Morte. Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado (Lord Voldemort, o maléfico bruxo das trevas) é perseguido pelo jovem personagem. Afinal de contas, as Relíquias da Morte devem ser encontradas, não é mesmo?
Um aspecto interessante deste jogo é a quantidade de objetos que podem ser destruídos ou danificados pelo uso de várias magias. Na realidade, a varinha pode ser usada com uma verdadeira arma, pois dispara poderosos raios coloridos contra um objeto ou um oponente. Procurar cobertura também é uma ação importante para que o gamer obtenha sucesso nos embates.
Estupefaça é uma habilidade que pode ser empregada diversas vezes seguidas, mas não causa muito dano. Crucio preenche a tela rapidamente com magia negra, enquanto Expelliarmus é uma magia que deve ser carregada antes de ser disparada. Confringo, o Feitiço Detonador, atua como um “lança-foguetes” e envia um raio roxo a direção desejada. Em síntese: há muitas trocas de disparos mágicos.








MotoGP 10/11







Com o ronco dos motores, a nova temporada de motovelocidade vem com tudo. Isso porque MotoGP 10/11, o novo jogo da franquia desenvolvida pelo Monumental Games, promete apagar os erros do passado e oferecer ao jogador a verdadeira experiência de pilotar acima dos 300 km/h.
Para isso, o título recria com fidelidade diversos detalhes e peculiaridades que circundam o mundo das duas rodas. Circuitos como Valencia e Silverstone estão novamente presentes, mas não estão sozinhos. Junto com eles, um público apaixonado por velocidade e a adrenalina de cada ultrapassagem.
Também foram adicionados efeitos para tornar a imersão ainda mais profunda. Saber a força a ser aplicada nos freios de cada roda e até mesmo o equilíbrio necessário para vencer um adversário são elementos-chave para a vitória.
Além disso, ao contrário da edição passada, MotoGP 10/11 atenta também para a qualidade de imagem e áudio. Com o intuito de transformar o game no maior simulador de corridas de moto, a desenvolvedora regravou o som dos motores dos veículos e deu aos pilotos movimentos naturais, o que faz com que você realmente sinta a atmosfera de uma disputa.



Football Manager 2011



O assunto aqui é futebol, mas o que vale é o raciocínio. Em Football Manager 2011 — um simulador completo de futebol — os jogadores assumem o papel do diretor de um time, tendo que administrar tudo o que diz respeito à equipe, das contratações fora de campo à estratégia das partidas.
A edição 2011 traz cerca de 400 novidades, escolhidas com muito cuidado pela desenvolvedora Sports Interactive. A principal delas é o sistema de reputação dinâmico, o qual permite que jogadores de elite possam ser contratados por times que participam de ligas menos conhecidas, sendo a reputação baseada principalmente no desempenho do clube.
Ainda tratando das contratações, os jogadores terão que encarar reuniões de negócios com os agentes dos atletas, realizando propostas e acordos em tempo real. Cada um deles apresenta um comportamento único. Alguns são agressivos, exigindo quantias fixas, enquanto os demais permitem um pouco de negociação.
Por fim, os recém-chegados terão oportunidades para treinar antes da partida, eliminando os grandes problemas enfrentados pelos jogadores, com relação à falta de entrosamento de seus atletas.







Modern Combat: Domination



Modern Combat: Domination é um dos títulos dessa nova geração que lutam por seu lugar ao sol. Porém, em vez de oferecer recursos inéditos ou tentar reinventar o estilo, ele opta por um caminho mais fácil e resgata elementos já conhecidos por muitos jogadores. Isso porque o jogo exclusivo para PSN é considerado por muitos como o novo CS.

Tiros e bombas: a experiência recriada
Se você jogava Counter-Strike, certamente vai reconhecer muitos dos elementos existentes neste Modern Combat. O primeiro elemento é a compra de itens e armas logo no início da partida, o que expande as possibilidades de jogo já no começo do game.
De acordo com seu desempenho, você recebe mais dinheiro. Tiros na cabeça (os famosos headshots) são mais lucrativos, embora mais difíceis de obter. Sempre que você for derrotado, poderá utilizar o valor arrecado para adquirir novos equipamentos e demais acessórios.


Além disso, você também ganha experiência para cada inimigo derrotado. Ao avançar de nível, novas armas são disponibilizadas. O detalhe mais interessante é que cada metralhadora e pistola de Modern Combat: Domination são cópias licenciadas pelo exército americano.
Entre os seis modos de jogo disponíveis, alguns são velhos conhecidos dos fãs de FPS, como o Deathmatch. Porém, quem realmente chama a atenção é o sistema chamado “Boom and Bust”, em que um time deve instalar uma bomba no cenário e evitar que a outra equipe a desative. Soou familiar?
Quem também volta à cena são os famosos bots, personagens controlados pelo computador para completar o game quando não há jogadores o suficiente. Porém, em Modern Combat: Domination, eles possuem uma inteligência artificial bastante trabalhada e capaz de derrotar até mesmo os soldados mais experientes.
Mas os pequenos robôs não são exclusividade das partidas offline. Caso a quantidade de players não chegue a 16, os bots são automaticamente colocados em campo. O diferencial, entretanto, é que você assume o lugar deles ao ser derrotado.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

James Bond 007: Blood Stone


James Bond 007: Blood Stone é um jogo de ação em terceira pessoa inspirado na popular franquia de livros e filmes estrelados pelo espião britânico James Bond, codinome 007. Criado em 1953 pelo escritor Ian Fleming, o personagem já apareceu em vários jogos, incluindo o aclamado GoldenEye 007.
Blood Stone apresenta uma história original, criada especialmente para o jogo pelo veterano Bruce Feirtein — roteirista dos filmes “007 Contra GoldenEye”, “007 – O Amanhã Nunca Morre” e “007 – O Mundo Não É o Bastante”.
O título conta com as participações de dos atores Daniel Craig (que vive Bond no cinema) e Judi Dench (que reprisa seu papel como M), além da cantora Joss Stone — que dubla a “Bond girl” Nicole Hunter e canta o tema de abertura do jogo.
Desenvolvido pela Bizarre Creations, o jogo mistura elementos de ação em terceira pessoa e pilotagem recriando com habilidade o clima dos filmes da franquia James Bond.





Homefront



2027 é o ano, o cenário é caótico... Enfim, uma crise global fez com que boa parte do território americano fosse dominada pelos exércitos da Coreia do Norte, e cabe ao jogador continuar a resistência contra os invasores. Este é o tema de Homefront, um FPS desenvolvido pela Kaos Studios e distribuído pela famosa THQ.O game conta com dois pilares de peso: praticidade e dinamismo. O jogador mergulha na ação de Homefront sem nenhum tipo de empecilho técnico. Sem pausas, sem cenas de corte ("cutscenes"), sem nenhum obstáculo. A premissa é fazer com que os soldados participem ativamente dos tiroteios espetaculares.De modo geral, visuais satisfatórios reproduzem o caos de Homefront. Foguetes sendo lançados de forma frenética, veículos equipados com armadura pesada varrendo tudo, soldados correndo para as ruínas em busca de proteção... E, é claro, explosões espetaculares que são capazes de derrubar paredes inteiras, resultando em efeitos gráficos — e sonoros, diga-se de passagem — muito interessantes.





Epic Mickey



Epic Mickey é uma espécie de mescla entre RPG e ação que pretende devolver a personalidade do herói da Disney, trocando a imagem de “bom moço” por alguma um pouco mais condizente com a concepção inicial do personagem. Para a concepção de Epic Mickey, o designer Warren Spector — responsável por jogos como Deus EX e Thief — chafurdou no baú empoeirado da Disney, buscando projetos abandonados, esboços rejeitados e tudo o mais que foi abandonado.Basicamente, o cordial e politicamente correto Mickey Mouse desembarca em uma dimensão alternativa para onde foram relegados todos os projetos, personagens e ideias abandonadas pela milionária indústria de Walt Diney ao longo dos anos. Trata-se de Cartoon Wastland, um mundo decrépito e obscuro que responde às ordens de Oswald The Lucky Rabbit, primeiro ícone em desenho animado criado por Walt Disney durante a década de 1920.Mas Oswald parece não ter aceitado muito bem os anos de negligência. Dessa forma, cabe ao amigável camundongo redimir o amargurado ícone esquecido, e salvar toda uma realidade alternativa insuflando cores por todos os lados. Só que não necessariamente, já que a forma de jogar vai ditar a qual geração do personagem o seu estilo faz jus — se o sujeito altruísta dos desenhos mais recentes, ou o rato mesquinho dos primeiros anos.Mas aqui aparecem também os mais memoráveis camaradas de Mickey Mouse; só que em uma versão bastante distinta. A fim de aplacar a sua terrível solidão, Oswald construiu em Cartoon Wasteland versões “animatrônicas” de alguns dos maiores ícones da Disney, como o Pato Donald. Embora você não necessariamente precise lidar com esses personagens, sempre será possível vender as suas carcaças para conseguir recompensas — embora todas as atitudes aqui tragam consequências.






WWE Smackdown vs. Raw 2011


Contraia sua musculatura, faça uma cara feia e comece a ranger seus dentes, pois WWE Smackdown vs. Raw 2011 está aqui! Nesta edição, a proposta da THQ não foi revolucionar a franquia, mas sim aprimorar todos os aspectos vistos anteriormente, os quais são responsáveis pelo seu sucesso.
Em primeiro lugar, a experiência televisiva continua como um dos pontos mais fortes do game, com anúncios espalhados por todos os cantos (exatamente como nos programas), comentaristas ávidos e muitas caretas por parte dos lutadores. A torcida não fica de fora, participando com seus gritos e gestos.
Lutadores agem de forma mais natural, exibindo vermelhidões na pele após os impactos e até mesmo machucados localizados, de acordo com os golpes tomados. E se o assunto é atacar, tudo ficou mais simples, graças ao sistema de elos que exige apenas apertões ligeiros no mesmo botão.
Mas o mais impressionante aspecto de WWE Smackdown vs. Raw 2011 é o sistema de quebra de objetos. Cadeiras, mesas e outros utensílios entram no ringue e podem ser utilizados em sua vantagem. É possível até mesmo direcionar o voo de seus oponentes, desde que você os agarre. Uma vez quebrados, tais objetos permanecem no chão até o fim da luta, ou podem ser pegos e atirados contra oponentes desprevenidos.